Novo site velho

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Ribeirão is no different

Essas coisas de imagens que vazam pela internet e fluem até que vão dar em mar aberto ficaram tão usuais que, realmente, nem deveríamos dedicar tanta atenção a isto. Mas damos, e numa alusão ao que disse o Quadrado, resolvi deixar esta derradeira postagem nestas praias pra marcar o momento. Inclusive porque afinal, Ribeirão Preto foi e ainda é referência internética e global quando o assunto é suruba. Como a hipocrisia reina e como típicos seres humanos, insistimos que é isto que é relevante tratar no nosso cotidiano, reproduzimos e vamos no turbilhão destas bobagens ad nauseam. Mudam as personagens, permanece o enredo e, obrigatório, quanto mais sexo melhor. Fica aqui a despedida com a imagem emblemática do que foram as recentes semanas, orgiásticas em todos os sentidos. Pois que são estas as águas que correm na web, na mídia e nas cabeças dos que muito se acham formadores de opinião. Nada mais interessa. Agora, quando não se acaba em pizza, temos a opção do miojo. E o ribeirão continua aqui.


A propaganda é o caldo do negócio: com senso de oportunidade, o lance é faturar, no matter what.
 

Saldão da Feira

 Teve a Ana Maria Bahiana junto com a Sônia Rodrigues e a Fátima Chaguri Oliveira: 1 ponto;

não teve Juca Kfouri, que alegou uma gripe: -1 ponto;

teve livro do Pantanal de Araquém Alcântara por cinqüenta reais: 1 ponto;

livro de Fernando de Noronha, ilhas afortunadas, por trinta reais: 1 ponto;

livro O passado manda lembranças por cinqüenta reais: -1 ponto;

não teve Caco Barcellos, ao que constou, não conseguiu pegar o vôo pra Riber: -1 ponto. 

Portugal do Tempo da Língua: 1 ponto;

teve Arnaldo Antunes num show gratuito: 1 ponto;

choveu naquela mesma noite, local descoberto, público diminuído: -1 ponto;

cinema na praça sem cara de cinema na praça: -1 ponto;

Fabrício Capinejar: 1 ponto; 

poucas opções de alimentação e sanitários indecentes (estas foram reclamações de uma expositora): -1 ponto.

e assim foi, pontuando, tantos outros momentos deste evento, num saldo final com jeitão de empate. Até a próxima feira?

O futuro das feiras de livros

Já é o melhor desta feira, hors concours. Acompanhe as atividades da Fundação Instituto do Livro e leve as crianças lá pra praça neste fim de semana.  E hoje à noite tem o Caco Barcelos no Salão de Idéias, às 19h, Auditório Meira Júnior, do Teatro D.Pedro II.

É sempre interessante reler algo do que ele conta, como nesta entrevista há quase 10 anos… algo mudou? E depois tem esta.

O jornalista de Profissão Repórter mantém também o blog homônimo. Vá conferir, mas o destaque aqui fica para este outro.

Uma outra semana

Vai aqui outra de recortar e colar

22/09/2006 – Sexta
Local: Espaço Cultural do Campus de Ribeirão Preto-USP
20h30 Show “Só para raros” com a trupe O Teatro Mágico (São Paulo-SP)
www.oteatromagico.mus.br

Ingressos gratuitos retirados com antecedência a partir de 18 de setembro das 9h às 17 h na Seção de Atividades Culturais – Rua Pedreira de Freitas, casa 04. Informações tel. (16) 3602-3530.

O Teatro Mágico é um espetáculo feito de música e poesia.
São crônicas do cotidiano urbano, contadas com muita brasilidade, ritmo e festa.
Em meio a tantas pressas do dia a dia, tantos desencontros, o show traz a idéia de que a unidade é possível, o diálogo é possível e tudo é uma coisa só.
Todos os músicos se apresentam trajados com figurinos de clown, mas não se trata de um espetáculo de comédia.
O show discute as relações e suas dificuldades.
Com a proposta de mesclar idéias, situações e possibilidades, juntando tudo numa coisa só, o Teatro Mágico transforma o som em letra, letra em palavra, palavra em frase, frases em textos e textos em músicas, o que faz do espectador um personagem e dos personagens, nossas caricaturas do dia a dia.
O teatro nosso de cada dia.

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24/09/2006 – Domingo
Local: Tulha – ECA de Ribeirão Preto – USP
16h00 Espetáculo infantil “A Praça de Retalhos” de Carlos Meceni com o grupo MBA Teatro.
Direção: José Maurício Cagno

Espetáculo infantil “A Praça de Retalhos” de Carlos Meceni e direção de José Maurício Cagno.
A peça “A Praça de Retalhos” é o novo trabalho do Grupo MBA Teatro, formado pelos alunos de MBA da FUNDACE e faz parte de um novo projeto, que tem por principal objetivo, levar cultura, diversão e integração às crianças, principalmente as mais carentes.
A temática do espetáculo pretende semear valores como: o aproveitamento e a criatividade com materiais recicláveis, o respeito ao meio ambiente e a atitude positiva que proporciona a transformação das realidades.
As atividades são coordenadas pelo Professor José Maurício Cagno, Teatrólogo (coordenador do TRUSP – Teatro Ribeirãopretano da USP, Fundador do Grupo Agnos Arte de Teatro, dentre outras atividades ligadas ao teatro) e Administrador de Empresas, com vários anos de experiência na região.

Local: Tulha – ECA de Ribeirão Preto – USP
18h00 Apresentação do Madrigal Ademus do Departamento de Música de Ribeirão Preto da ECA-RP
Regência: Professor Marcos Câmera

Programa
Olivier Toni (1926) - "Ticoral"
Olivier Toni (1926) - "Mulher Rendeira"
Rodolfo Coelho de Souza (1952) - "Três Madrigais de Manuel Bandeira": "Rondó do Capitão", "Acalanto" e "Na Rua do Sabão"
Marcos Câmara (1958) - Poema de la cantidad (2006), para coro misto (satb), soprano solista, 2 trompetes, 2 trombones e tímpanos (estréia mundial).

Regente: Marcos Câmara.
O coral ADEMUS é formado por alunos do Departamento de Música de Ribeirão Preto da ECA-USP, em que iniciaram suas atividades no ano de 2002, logo após a inauguração da Faculdade, sob direção artística de Rubens Ricciardi. O coral ADEMUS já em seu primeiro ano acadêmico se apresentou junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, sob regência de Cláudio Cruz, no Theatro Pedro II. Em conjunto com a Orquestra de Câmara do Departamento de Música vem se apresentando em concertos em Ribeirão Preto (Theatro Pedro II, Capela do Colégio Auxiladora, Sala de Concertos da Tulha e Espaço Cultural da USP) e em outras cidades (Diamantina, Mogi das Cruzes, São Paulo e Sertãozinho), além de diversos eventos comemorativos no Campus da USP de Ribeirão Preto. Em seus repertórios constam obras que vão do sacro ao profano, desde repertórios medievais até contemporâneos.

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25/09/2006 - Segunda-feira

Local: Espaço Cultural do Campus de Ribeirão Preto-USP
20h30 Abertura Oficial da Semana de Arte e Cultura com a Exposição de Fotografias “Olhares Iniciantes” e a apresentação do Coral da USP-Ribeirão, grupos Zênite e Madrigal Revivis.

Abertura oficial da Semana de Arte e Cultura com a Exposição "Olhares Iniciantes".
 Exposição de fotografias dos alunos do Curso de Fotografia do Campus, produzidas durante as atividades práticas e nos passeios fotográficos, quando são visitados locais históricos do município e região. Basicamente abordam temas como paisagem urbana, natureza, pessoas, composição e documentarismo fotográfico. Em 2006 foi introduzida a fotografia em estúdio com a produção de fotos de modelos e também fotos de produtos e objetos.
Foram escolhidas 40 fotografias no tamanho 30 X 45 cm,  a cores e preto e branco.

Local: Espaço Cultural do Campus de Ribeirão Preto-USP
20h30 Regente: Sergio Alberto-de-Oliveira

    A apresentação do Coral da USP-Ribeirão na Abertura da Semana de Arte e Cultura tem o intuito de mostrar uma pequena parcela do trabalho realizado na Universidade de São Paulo desde 1983. Esta parcela, uma performance - uma apresentação artística onde se ouvirão composições eruditas para coro, arranjos da MPB, spirituals, folclore, danças circulares -, é uma pequena parte do que é realizado semanalmente nos encontros. Inclui aprendizado técnico, artístico, estético, histórico, cultural, social, enfim, todas elas conquistas pessoais que parecem ser altamente relevantes para quem faz parte destes núcleos.
    Momentos verdadeiramente artísticos e de grande sensibilidade podem ser vivenciados muitas vezes mais nos ensaios do que em apresentações. Esses momentos, únicos e indescritíveis, acontecem realmente na vida de cada coralista, e trazem a certeza de que há um diferencial em fazer música como o Coral da USP-Ribeirão faz: com atenção e respeito ao próximo e aos diversos pensamentos e manifestações culturais, com cidadania, com inovação, com incentivo à participação e democratização do conhecimento, levando os resultados a variadas classes sociais, e, além de tudo disso, ainda obtendo prêmios e reconhecimento por toda parte.
    Pode se dizer que o verdadeiro espírito da Cultura & Extensão está presente neste organismo que congrega graduandos, pós-graduandos, professores, funcionários e pessoas da mais ampla comunidade externa de Ribeirão Preto e região.
    Tem com Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Sergio Alberto de Oliveira, Monitor (Coseas) Rinaldo Caetano e ampla equipe de chefes de naipes, colaboradores, solistas, acompanhadores, estagiários e voluntários, dentre eles: Stella Pedreira de Freitas Medeiros, Regina Foresti, Regina Benati, Rosângela Deminice, Valentino Benati Filho, Eduardo Grassi, Diego Nóbrega, Flávia Paina, Talita Prates, Flávia Botelho, Suzana Samorano, além de mais de 70 coralistas.

Programa - Grupo Zenith

1. Tamba-Tajá
(Lenda amazônica)
Waldemar Henrique e Antonio Tavernard

2. Amor de Índio
Beto Guedes
Arranjo: José Gustavo Julião de Camargo

3. Kumbaya
(Canto Africano)
Anônimo
Arranjo: Donald J. Hugues

4. Siyahamba
Spiritual Africano

5. Atrelem os Bois
Anônimo

Grupo Madrigal Revivis

1. Bereshit Bära Elohim
(No princípio Deus criou o céu e a terra) Hebraico
Anônimo
Transcrição: Sergio Alberto de Oliveira

2. Ave Maria nº 17
Heitor Villa-Lobos
(Rio de Janeiro, 1887-1959)

3. Libera me (do Requiem)
Gabriel Fauré
França, 1845-1924

4. Laser
José Miguel Wisnik (1948 - ) Ricardo Breim Brasil,–
Arranjo: Romeu Barilari

5. Fantasia
Francisco Buarque de Hollanda
(Rio de Janeiro, 1944 - )
Arranjo: José Gustavo Julião de Camargo

6. Berimbau
Vinícius de Moraes e Baden Powell
Arranjo: Arlindo Teixeira

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26/09/2006 – Terça-feira
Local: Espaço Cultural do Campus de Ribeirão Preto-USP
17h00 “Sarau da Odonto” com alunos da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto – USP

O Sarau da Odonto é um evento musical que ocorre semestralmente no Campus da USP de Ribeirão Preto, com a participação de alunos, professores e funcionários da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto – USP. O programa no geral é bastante eclético, contanto com apresentações de música erudita, do folclore brasileiro até os mais modernos gêneros musicais. Os participantes apresentam suas habilidades musicais no saxofone, piano, teclado, violino, violão, cavaquinho, percussão e outros. O evento ocorre normalmente no final dos meses de junho e novembro.

Local: Theatro Pedro II
20h30 CLÁUDIO CRUZ, VIOLINO e GUSTAVO COSTA, VIOLÃO irão apresentar obras de Johann Sebastian Bach, Nicola Paganini e Manuel de Falla.

Cláudio Cruz, Violino. Principal violinista brasileiro de sua geração, Cláudio Cruz iniciou-se na música com seu pai, o luthier João Cruz. Posteriormente, recebeu orientação de Erich Lehninger e Maria Vishnia, como extensão de sua formação, freqüentou cursos ministrados por Joseph Gingold, Chaim Taub e, nos Estados Unidos, Kenneth Goldsmith.
Gustavo Costa, Violão – ribeirãopretano, vem se destacando como um dos melhores violonistas de sua geração.

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27/09/2006 – Quarta-feira

Local: Saguão do Prédio Central da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP
17h00 Abertura da exposição fotográfica – Hélio Martins.

Local: Espaço Cultural do Campus de Ribeirão Preto-USP
20h30 “Boi Caipira” com Grupo Vocal Bossa Nossa da Seção de Atividades Culturais (Espetáculo inspirado no folclore brasileiro do Boi Bumbá, ambientando de forma original na região de Ribeirão Preto).

O Boi-Caipira
Partindo da pesquisa das várias manifestações do boi como o boi-bumbá, bumba-meu-boi, boi-de-mamão, boizinho, boi-de-reis, boi-surubi, boi-de-jacá, rei-de-boi e  boi-pintadinho, entre outras, e ciente de que “festas de boi sempre existiram em vários outros países (…) quer de origem religiosa, quer de origem pastoril, desde o boi Ápis, a vaca Ísis, o touro Mnéris, o boi Geroa, o boi de São Marcos ao touro Guaque ou Huaco”, propomos a criação, a partir de laboratórios, de um espetáculo musical (O Boi-caipira), familiarizado com a cultura do interior de São Paulo como forma de aproximação dos participantes às práticas culturais não difundidas pela mídia.
Esta adaptação livre do boi-bumbá insere-o dentro do universo canavieiro (Região de Ribeirão Preto: Batatais, Sertãozinho, Serrana, Cravinhos, etc.), onde um retirante nordestino que veio trabalhar na colheita da cana apaixona-se pela bóia-fria Catirina e, em seguida, abandona-a, abrindo, dessa maneira, o caminho para Pai Francisco tentar se aproximar daquela por quem sempre fora apaixonado. A partir da criação de um “libreto” original para o auto do Boi-caipira, foram criadas as canções e os arranjos cujo conteúdo descreverá a saga dos personagens do drama.

BoSSa NoSSa

Sopranos – Érika de Andrade, Fernanda  Cecchi, Rita Ignácio  e Suzana Samorano
Meio-Sopranos –  Adriane Biagini, Daniela Meda e Rose  Roque
Contraltos – Andreia Todeschini, Beatriz Ferreira e Paula Braga
Tenores – Daniel Falcão, Gedir de Souza, Romis Tasca
Baixos – Celso Nobre, Lucas Ormeño,  Odonio dos Anjos, Rodrigo Gonzales e Wladimir Bianchi
Violão  – Celso Nobre
Viola Caipira - Sidnei Oliveira
Contrabaixo – José Gustavo Julião de Camargo
Flautas - Riane Benedine e Suzana Samorano
Percussão – Lezio Bueno

Regente de palco
Suzana Samorano

Canções
Márcio Coelho

Direção cênica, cenografia e iluminaçaão  
Magno Bucci

Adereços  cenograficos  
Eudoxio, Naty Inostroza

Arranjos vocais e direção musical
 José Gustavo Julião de Camargo

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28/09/2006 – Quinta-feira
Local: Biblioteca Central do Campus de Ribeirão Preto – USP
12h00 QUARTETO DE VIOLA CAIPIRA. Alunos do Departamento de Música de Ribeirão Preto da ECA-USP
 Thiago Rossi, Ighor Aguila, Rafael Marin & Anderson de Jesus.
Repertório regional.

Local: Espaço Cultural do Campus de Ribeirão Preto-USP
19h00 Apresentação do “9º Pândegos da Filô” – apresentação (Música, teatro, Dança e Poesia) e Exposição (Artes Plásticas – Pintura, desenho, Fotografia, escultura e Poesia), organizado pelo CAFi – Centro Acadêmico da Filosofia.

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30/09/2006 – Sexta-feira
Local: Cine Clube Cauim de Ribeirão Preto
14h00 “Ribeirão Preto 150 anos: História de Coragem”, documentário produzido pela EPTV-Ribeirão.

150 ANOS DE RIBEIRÃO

A EPTV Ribeirão começa a exibir a série especial "História de Coragem", em comemoração aos 150 anos de Ribeirão Preto.
Contarão a história da cidade, utilizando recursos de jornalismo histórico e dramaturgia.
O inovador projeto desenvolvido pelo departamento de jornalismo da EPTV Ribeirão, permeia dramaturgia e jornalismo para contar a trajetória da cidade. Esta é a primeira vez que a EPTV recorre à reconstituição de época para fazer jornalismo histórico. Para tanto, buscou na companhia de teatro "Sia Santa", de Campinas, o elenco e o cineasta Bruno Fantini que desenvolveu o roteiro e a direção de cena.
Mais de 20 profissionais da EPTV - entre técnicos e jornalistas - trabalharam no projeto que consumiu quatro meses de captação de imagens e entrevistas e dois meses de pesquisas e coleta de documentos e materiais históricos.

Até o dia 24


No salão do Palace Hotel 


Na esplanada do teatro Dom Pedro II

 

É a tal feira… tem exposição fotográfica "O passado manda lembranças", tem programação de filmes em dvd… é isto que é cinema na praça? É… é a 6a. Feira do Livro… depois do domingo que vem tem mais não.

Controlcendo e controlvendo

Saudosa Cerâmica ESPECIAL na próxima 5a. (21/9).

(E-Mailing Data: 16/09/2006)

O sítio histórico do remanescente da antiga Cerâmica São Luiz é o primeiro bem tombado pelo Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural de Ribeirão Preto (CONPPAC/RP).

O dia 17 de Setembro, conforme a Lei Municipal n.º 8.121/1.998 é o "Dia Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural" em Ribeirão Preto.

Em comemoração a data, a VIVACIDADE preparou uma Saudosa especial. Teremos três atrações musicais: Quarteto da Cerâmica, Contexto e uma palhinha da Haimanda, que está lançando seu 1º CD: A luta pela vida . Tudo a ver com as idéias da ONG. O lançamento oficial será numa super festa no sítio Uirapuru, dia 06/10.

Venha curtir o happy hour com responsabilidade social mais agradável da cidade !!! A partir das 19:00hs a cervejinha estará geladíssima… não esqueçam que a entrada não é permitida após às 22:00hs.

Como a questão do patrimônio cultural, assim como a de preservação do meio ambiente, está diretamente relacionada à forma como a sociedade se posiciona perante o poder público, propomos uma atividade diferente nesta Saudosa: um ato em defesa da ética e transparência na política. O movimento Civilidade nas Eleições 2006 comemorá o Dia do Patrimônio num espaço tombado pelo Conselho, discutindo a importância da política na construção de sociedades sustentáveis.

É uma ótima oportunidade para aqueles que querem mostrar que estão atentos aos acontecimentos políticos e não concordam com a corrupção e práticas públicas escusas. MOVA-SE!!! Saiba mais sobre o movimento, visitando o site: www.civilidade.org.br

SAUDOSA CERÂMICA
sítio histórico da Cerâmica São Luiz (estacionamento do Carrefour via Norte)
21/09/2006 - das 19:00 às 01:00h
A entrada é gratuita e permitida até às 22:00hs.

VIVACIDADE

 
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Exposição fotográfica SESC Ribeirão

BENDITOS

BENDITOS registra as romarias a Juazeiro do Norte, no interior do Ceará, local de devoção a Padre Cícero. São imagens que nos falam do homem, de seus anseios, de suas vontades. Peregrinos que buscam em Juazeiro esperança, amparo, sonho e luz: “é também um auto-retrato, um foco de luz sobre quem sou, sobre quem somos nós”, diz o fotógrafo Tiago Santana.
Nascido na cidade do Crato, na região do Cariri, interior sul do Estado do Ceará, Tiago passou toda a infância e adolescência na vizinha cidade de Juazeiro do Norte, onde acostumou-se desde cedo a acompanhar as romarias deste grande centro de religiosidade popular do Brasil: “eram imagens muito fortes que marcaram minha infância”, lembra. “Sempre quis de alguma forma retratar aquele lugar que foi tão importante, inclusive na minha opção pela fotografia”.
Para chegar ao resultado publicado em Benditos, Tiago fez várias viagens a Juazeiro, participando com os romeiros de todos os rituais: “não quero neste trabalho fazer nenhum estudo sociológico ou antropológico sobre a religiosidade brasileira”, explica, “mas quero ser testemunha e companheiro de uma experiência, muito longe das chamadas experiências virtuais do mundo contemporâneo”.

"BENDITA E LOUVADA SEJA A LUZ QUE MAIS ALUMEIA"

EXPOSIÇÃO
Fotografias de Tiago Santana, Fortaleza, CE. Tiago Santana nasceu na cidade do Crato, Estado do Ceará, em 1966. Passou sua infância e parte da adolescência na vizinha Juazeiro do Norte. Optou pela fotografia em 1989 e em 1992 iniciou ensaio fotográfico sobre esta cidade que marcou sua vida.

Em Benditos, Tiago regressa às suas raízes e desvenda o sagrado universo do sertão nordestino. Em 1994, ganhou a Bolsa de Artes da Fundação Vitae e, em 1995, o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia, dando continuidade a este projeto.
Atualmente, mora no Rio de Janeiro, onde atua como fotógrafo documentarista e desenvolve projetos na Editora Tempo d´Imagem.

A exposição poderá ser visitada até o dia 8 de outubro, de terça a sexta, das 13h30 às 21h30. Sábados e domingos, das 9h30 às 17h30.

Para todas as cabeças

Tem pequenininhos, médios, fininhos, breves;

alongados, grossos e pesados; grandões e extraordinários.

São miliuma utilidades: pode ser seu caneco de chopp, seu telefone, sua moringa, seu abajur, peso para-pára papéis, porta-retrato, microfone ou simples berrante; adereço para parede ou estante.


Chifres são como livros. Fazem a nossa cabeça, têm dos mais variados, são pras mais diferentes situações, atendem às amplas funções. Cornos em geral são temas recorrentes na literatura, quer a mais erudita, pedante e empostada à mais raçuda, tosca, popular. Do pobre ao rico, corno, seja de cartilagem, carne e osso ou só no papel, rende histórias, povoa o imaginário. O cordel é riquíssimo na temática, como atesta o artista Artion (na foto, ele fez questão de mostrar também que a AHMA, já mencionada aqui noutro post, é formalmente constituída e devidamente registrada: CNPJ, carteira de membro-associado, diretoria e o escambau).

 


E por falar nisso, este é o poeta Eliseu Paulino mantenedor da Banca Nacional do Cordel, o melhor point para leitura de cordéis no centro de Fortaleza. Posa orgulhoso com o livro "Não deixem que morra o cordel", no qual é mencionado.

 


Empolgado com visitas, lê, em primeira mão, um dos muitos trabalhos inéditos por ele produzidos.

É co-autor, dentre muitas outras obras, de "Aos 80 anos de poesia do Patativa do Assaré".

A literatura de cordel será prestigiada durante a Feira que começa hoje. Uma pena essa figuraça do cordelista natural de Pacatuba não ter sido convidado pela organização. Enfim, para cordéis, livros, chifres e outros confira a programação

Praças

Esta é a simulação da vista que a Raquel de Queiroz, sentada ali no conjunto conhecido como Praça dos Leões, teve da Academia Cearense de Letras, em Fortaleza, mês passado.

 

Esta é a simulação da vista que camarões, na beira do espelho d’água do obelisco aos Lusíadas, tiveram da Praça Luís de Camões, em Ribeirão Preto, mês passado.

 

E o que os culotes têm a ver com as praças?

Talvez nada, ou apenas a coincidência abaixo:

vexaminosas pixações, de gente alfabetizada, sem simulações.

Mas já que a Raquel foi lembrada aqui, vai algo que valia a pena ela ter visto .

Com o desejo de que nas Praças XV de Novembro e Carlos Gomes, nos próximos dias de Feira, mais gente alfabetizada, se torne mais letrada.

 

Para uma segunda-feira feliz

um poente sem furadas
 
monitoras voluntárias do
Lendas Indígenas Brasileiras
durante apresentação no TJA
 
Bananinha, um ilustre na parede do TJA 
 
Em semana de início da 6a. Feira do Livro, mando mais Ceará. Até porque é a chance de descarregar aqui, o repertório acumulado da minha passagem por aquelas terras, que durante os próximos dias do evento, espera-se com muito da sua geografia, celebrada em Ribeirão. E se hoje o guia da semana "Viagem UOL", destacou Jericoacora, o RibeirÃo.org aproveita a onda. Mas pra destacar o quanto lá não é só essa maravilha descrita por jornalistas de cadernos de turismo e que a Pedra Furada têm sido, propriamente, a maior furada do lugarejo. Entre outros motivos, porque a visitação têm sido demasiada para pouco controle e manutenção. Ver o pôr do sol por lá não é exatamente o que a ampla maioria das fotos dos guias turísticos costumam criar no imaginário de quem almeja estar lá. É preciso alguma habilidade fotográfica, truque de câmera ou tratamento photoshopilar pra fazer as autênticas hordas de turistas que baixam por lá, como que recém saídos de ônibus das cevecês, ficarem menos aparentes. Ora ora, mas é pro dia ser menos cinzento, então, enquanto o Didi Mocó Sonrisal etecetaraetal manda com o criança esperança, aqui vão os humildes votos para um Max CE ará dia feliz: ah, se todos os dias fossem iguais aos de Fortaleza daquela tarde divertida e inocente do Teatro José de Alencar, onde crianças encenavam temas indígenas dentro do projeto Brasil de Todas as Lendas, o trabalho não era escravo e o palhaço era só, de fato, um clown…